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By: Ronda Cultural

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Monday, 23-Nov-2009 12:00 Email | Share | | Bookmark

 
No ano passado, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, recebeu o Prêmio Orilaxé, oferecido pelo Grupo Cultural AfroReggae. A premiação foi relizada na comunidade do Morro do Cantagalo, no Rio, e foi concedida pelos resultados positivos obtidos na redução de violência com o trabalho de integração entre policiais militares e jovens nas comunidades pobres de Belo Horizonte.


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O Conjunto São Miguel, em Messejana, que não possui posto de saúde, quadra de esportes, posto policial militar e, somente agora, terá uma delegacia da Polícia Civil - apesar de ser considerado atualmente um dos locais mais violentos da Capital cearense -, será o palco do projeto-piloto do programa ‘Ronda Cultural’, lançado ontem, pela manhã, na Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

A iniciativa da SSPDS tem a parceria da Secretaria da Cultura do Estado (Secult) e a Central Única das Favelas (Cufa). “Escolhemos como primeira base de Conjunto São Miguel porque a juventude daquele bairro necessita urgentemente de alternativas que a leve para longe das drogas e da criminalidade”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Roberto Monteiro.

Depois de três visitas ao conjunto e reuniões com diretores de escolas e lideranças comunitárias do bairro, o secretário entendeu que ali seria o local perfeito para iniciar o programa que tem como objetivo principal aproximar os jovens da Polícia Militar.

O programa consiste em duas equipes de policiais que estarão a bordo de viaturas equipadas com ferramentas culturais de áudio e vídeo, preparadas especialmente para atividades integradas de música, expressão corporal e artes visuais (grafite).

Jovens da própria comunidade atuarão junto com os PMs neste trabalho.

“O programa, que já é desenvolvido em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, deve ser iniciado em Fortaleza ainda no fim deste mês. “Queremos, na prática, uma Polícia de proximidade”, disse Monteiro.

O titular da Secult, professor Auto Filho, considerou o momento como histórico para o Ceará. “Estamos selando um protocolo social pela paz e modificando a abordagem da Segurança no Estado. Estamos fazendo com que a própria Polícia possa se inserir no combate à criminalidade por meios não repressivos. E o detalhe mais importante: o Ronda Cultural começara justamente em um bairro em que a juventude é a maior vítima da violência. A pobreza vira criminalidade quando os valores são destruídos”. Para ele, o contato mais próximo dos jovens com os policiais militares é uma nova atitude. “Uma atitude que inicia uma nova cultura para a nossa política de Segurança”.

Um dos mais otimistas com o programa, durante a solenidade de lançamento, era Francisco José Pereira, o ‘Preto Zezé’, coordenador geral da Cufa no Ceará. “Estamos vivendo um momento revolucionário”.


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Ronda Cultural

 
O Conjunto São Miguel, em Messejana, que não possui posto de saúde, quadra de esportes, posto policial militar e, somente agora, terá uma delegacia da Polícia Civil - apesar de ser considerado atualmente um dos locais mais violentos da Capital cearense -, será o palco do projeto-piloto do programa ‘Ronda Cultural’, lançado ontem, pela manhã, na Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

A iniciativa da SSPDS tem a parceria da Secretaria da Cultura do Estado (Secult) e a Central Única das Favelas (Cufa). “Escolhemos como primeira base de Conjunto São Miguel porque a juventude daquele bairro necessita urgentemente de alternativas que a leve para longe das drogas e da criminalidade”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Roberto Monteiro.

Depois de três visitas ao conjunto e reuniões com diretores de escolas e lideranças comunitárias do bairro, o secretário entendeu que ali seria o local perfeito para iniciar o programa que tem como objetivo principal aproximar os jovens da Polícia Militar.

O programa consiste em duas equipes de policiais que estarão a bordo de viaturas equipadas com ferramentas culturais de áudio e vídeo, preparadas especialmente para atividades integradas de música, expressão corporal e artes visuais (grafite).

Jovens da própria comunidade atuarão junto com os PMs neste trabalho.

“O programa, que já é desenvolvido em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, deve ser iniciado em Fortaleza ainda no fim deste mês. “Queremos, na prática, uma Polícia de proximidade”, disse Monteiro.

O titular da Secult, professor Auto Filho, considerou o momento como histórico para o Ceará. “Estamos selando um protocolo social pela paz e modificando a abordagem da Segurança no Estado. Estamos fazendo com que a própria Polícia possa se inserir no combate à criminalidade por meios não repressivos. E o detalhe mais importante: o Ronda Cultural começara justamente em um bairro em que a juventude é a maior vítima da violência. A pobreza vira criminalidade quando os valores são destruídos”. Para ele, o contato mais próximo dos jovens com os policiais militares é uma nova atitude. “Uma atitude que inicia uma nova cultura para a nossa política de Segurança”.

Um dos mais otimistas com o programa, durante a solenidade de lançamento, era Francisco José Pereira, o ‘Preto Zezé’, coordenador geral da Cufa no Ceará. “Estamos vivendo um momento revolucionário”.



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